Quem somos
A Rivio opera o que o hospital nunca deveria ter precisado operar.
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Somos engenheiros, enfermeiros auditores, faturistas e cientistas de dados construindo a camada de inteligência operacional que o hospital brasileiro nunca teve.
A saúde brasileira não tem um problema de esforço. Tem um problema de arquitetura.
Por que existimos
Um hospital de médio porte no Brasil carrega mais complexidade operacional do que um banco. São dezenas de operadoras, cada uma com regras próprias. Contratos que mudam. Tabelas que se contradizem. Milhares de contas por mês, e cada uma delas depende de uma evidência clínica que está guardada em outro sistema, em outro formato, sob a responsabilidade de outra pessoa.
Quase nenhum hospital foi construído para dar conta disso. Nada disso é falta de competência. Os times hospitalares estão entre os mais dedicados que já vimos trabalhar. É falta de infraestrutura.
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97%
dos hospitais no Brasil operam sem um command center
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40 h
de trabalho manual para auditar cem contas
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8%
das contas são negadas já na primeira submissão
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80 dias
em média entre o atendimento prestado e o dinheiro que entra
Por décadas, o setor pediu mais médicos, mais leitos, mais política pública. Tudo isso importa. Mas o que falta agora é de outra natureza. A saúde precisa de engenheiros. Gente que pensa em arquitetura, em escala, em sistema. Porque em nenhum outro setor o custo do atraso é cobrado em vidas.
O que a Rivio é
Não somos um software. Não somos um BPO.
Software entrega uma tela e devolve o problema para o hospital, que precisa ter gente, tempo e estrutura para operá-la. BPO entrega o problema para um time terceirizado e cobra por hora trabalhada, o que significa que quanto mais lento o processo, melhor para quem o executa.
Os dois modelos partem do mesmo pressuposto: que esse trabalho é inevitável e alguém precisa fazê-lo.
A Rivio parte de outro. Construímos agentes de inteligência artificial que executam o trabalho de ponta a ponta e colocamos especialistas humanos para governar aquilo que a máquina ainda não deve decidir sozinha. Enfermeiros auditores que definem as regras clínicas. Faturistas que conhecem cada operadora pelo nome. Engenheiros que passam meses dentro da operação do cliente.
O hospital não compra uma ferramenta. Ele passa a ter uma função inteira operando com a inteligência, a coordenação e a visibilidade em tempo real de uma empresa de tecnologia.
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Remessas
Visão geral
Total: R$ 28.000,00 (47 remessas)
Requer ação
Agendada
Em andamento
Faturada
Liberada
Paga
Cancelada
Todas as remessas
TodasRequer ação
Agendada
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Nome do arquivo
Command center como serviço
Status, exceções e performance de toda a operação em um só lugar, monitorados continuamente por quem entende do assunto.
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Time especialista com IA embarcada
Tenha acesso a um time de ponta, que mistura habilidades em tecnologia operada por quem conhece o chão do hospital.
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EstimadoApurado
Visibilidade financeira com garantia
O hospital passa a saber quanto vai receber, quando vai receber e por quê.
Por que começamos pelo ciclo de receita
Começamos pela receita porque é onde a dor é maior e a prova aparece mais rápido.
O ciclo de receita é o sistema circulatório do hospital. Quando ele falha, falta caixa para contratar, para investir em equipamento, para abrir leito. É também o processo mais mensurável que existe dentro de uma instituição de saúde. Ou a conta foi paga, ou não foi. Não há espaço para interpretação.
Por isso ele é a primeira camada do que estamos construindo, e não o limite dela.
Cada nova função que assumimos usa a mesma base: integração profunda com os sistemas que o hospital já tem, agentes treinados no contexto regulatório e contratual brasileiro, e um time que opera junto em vez de opinar de fora. Agendamento e escala. Gestão da operação. Cadeia de suprimentos. Serviços financeiros.
A visão é simples de enunciar e difícil de executar: ser o parceiro que opera toda a infraestrutura administrativa do hospital, com uma única exceção. O cuidado com o paciente continua sendo de quem sabe cuidar.
Como operamos
Três compromissos que definem como trabalhamos.
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Entramos na operação,
não na apresentaçãoTodo cliente recebe um time embarcado que passa semanas dentro do hospital antes de qualquer promessa: um estrategista de implantação, um enfermeiro auditor, um analista e um engenheiro. Eles mapeiam o fluxo real, não o fluxo do manual. O tempo médio até a Rivio estar operando de forma inicial é de 120 dias.
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A inteligência artificial
ganha autonomia por méritoNossos agentes começam sugerindo e o humano decide. Conforme acertam, passam a executar com supervisão. Só quando a precisão se sustenta ao longo do tempo é que operam sozinhos, com o humano governando as exceções. Nenhuma decisão sobre a conta de um paciente é automatizada antes de ter provado que merece.
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Só ganhamos quando
o hospital ganhaA Rivio não cobra licença por usuário nem hora trabalhada. Nossa remuneração está vinculada ao resultado financeiro que entregamos. E fomos a primeira empresa do país a colocar isso em contrato: com a Garantia Rivio, se a conta for glosada, nós cobrimos a diferença.
Escala
Os hospitais de referência do Brasil já operam com a Rivio.
Os benefícios na prática.
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Auditoria de cem contas
6minutos
De 40 horas para 6 minutos
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Aprovação na primeira submissão
95%
De cerca de 60% para 95%
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Ciclo de faturamento
7dias
De 30 dias para 7
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Recurso de glosa
30minutos
De seis horas para trinta minutos
Quem constrói
Um time que decidiu que a saúde merecia ser tratada como problema de engenharia.
Nosso time é composto por pessoas de tecnologia, AI, produto e operações. Vêm de hospitais, de operadoras, de big techs e de startups que aprenderam a construir sistemas para milhões de pessoas.
É uma combinação incomum, e ela é proposital. Ninguém resolve a gestão de um hospital sabendo só de software, e ninguém o resolve sabendo só de saúde.
Silvio Frison Co-Founder e CEO
Ricardo Sales Co-Founder
Advisory Board
Os maiores nomes da saúde e da inteligência artificial. No mesmo conselho.
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Diretor-geral do Einstein, Henrique Neves lidera a instituição desde meados dos anos 2000. Antes, ocupou cargos executivos na Shell, Brasil Telecom e Varig, combinando experiência em grandes empresas com gestão de saúde.
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Executivo brasileiro de tecnologia e atual Chief Product Officer da Docker, no Vale do Silício. Passou 15 anos na Microsoft, liderou iniciativas no Google DeepMind e atuou na Meta em estratégia de produtos e APIs de inteligência artificial, também na Califórnia.
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Médico-cirurgião e doutor pela USP, Paulo Chapchap dirigiu o Hospital Sírio-Libanês e é referência em transplante de fígado. Atualmente é diretor médico do IEPS e preside o conselho do Instituto Todos pela Saúde.
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Empreendedor e engenheiro de software, River Mist foi tech lead no Pinterest e cofundou a plataforma de IA generativa Weights, voltada a criação multimodal. Após a aquisição da empresa pela OpenAI em 2026, passou a integrar a companhia.
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Médico radiologista e gestor, José Marcelo de Oliveira, o Jota, é diretor-presidente do Hospital Alemão Oswaldo Cruz desde 2021. Antes, liderou o A.C.Camargo Cancer Center e construiu longa carreira no Grupo Fleury.
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Médica pela USP e PhD em Informática Médica, Teresa Sacchetta atua na convergência entre saúde, dados e tecnologia. Foi CIO do Grupo Fleury e passou por UnitedHealth e Sírio-Libanês. Hoje é Vice Presidente do Conselho Saúde Digital Brasil.
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Executivo com décadas de experiência em saúde, Luiz De Luca foi CEO do Hospital 9 de Julho e General Director do Hospital Samaritano. Hoje atua como conselheiro e advisor, com foco em gestão, governança e investimentos em saúde.
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Médico radiologista, executivo e pesquisador, Gustavo Meirelles é VP Médico e de Relações Institucionais da Afya e presidente do Instituto Afya. Atua em inovação em saúde, educação médica e inteligência artificial aplicada à medicina.
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Sócio sênior e fundador da Vila Nova, Fernando Carneiro soma mais de 25 anos em executive search. Liderou inúmeras buscas de CEOs, conselheiros e executivos C-level, tendo sido anteriormente Diretor Executivo de duas instituições financeiras, Conselheiro de empresas e Diretor Executivo na Febraban.
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