Talentos Rivio: Klayvem Guimarães, AI engineer

Talentos Rivio: Klayvem Guimarães, AI engineer

Talentos Rivio: Klayvem Guimarães, AI engineer

Rivio

Redação

26 de jan. de 2026

5 minutos

26 de jan. de 2026

5 minutos

Nascido e criado na favela de Paraisópolis, em São Paulo, Klayvem Guimarães tem não só o nome, mas também uma trajetória estudantil peculiar. Iniciou sua história acadêmica e profissional aos 14 anos, quando ingressou na Escola Técnica Estadual em Desenvolvimento de Sistemas (ETEC) e já começou a se destacar em hackathons e maratonas de programação. 

Hoje, aos 19 anos e cursando Engenharia da Computação na Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP), já acumula uma experiência de três anos como software engineer e atua como AI engineer na Rivio, onde aplica inteligência artificial para acelerar e automatizar processos hospitalares.

Como participante habitual de hackathons desde o início da adolescência, Klayvem soma mais de 100 experiências ligadas à inovação, tecnologia e empreendedorismo. Entre os principais destaques de sua curta e precoce carreira estão o 1º lugar no MIT Hacking Medicine, um dos maiores hackathons de saúde global, sediado no Albert Einstein em parceria com a Massachusetts Institute of Technology. Ele e sua equipe subiram ao pódio devido ao projeto CoreCare, criado para apoiar agentes de saúde em triagens via IA em áreas geograficamente isoladas e periféricas. 

Na mesma semana, Klayvem foi destaque em outra competição relevante ao apresentar o desenvolvimento do Bemmover, sistema de teleconsulta fisioterapêutica que auxilia na evolução gradual do paciente. Tal projeto rendeu à sua equipe o primeiro lugar no Edge AI Developer Qualcomm Hackathon, concurso de inovação focado em criar aplicações de inteligência artificial que rodam em PCs que não dependem de nuvem.

Além de potencializar o talento tecnológico, essas conquistas também rendem homenagens a Klayvem, como a de aluno destaque da Univesp ainda no primeiro semestre da faculdade, e geram convites para participar de programas na televisão para estimular outros jovens a seguir o caminho da inovação, como os produzidos pela TV Alesp, TV Cultura e TV UNIVESP.


Klayvem e colegas celebram o primeiro lugar no Edge AI Qualcomm Developer Hackathon

No MIT Hacking Medicine, um dos maiores hackathons de saúde, também chegou ao topo


Você participou intensamente de hackathons. O que esse ambiente de alta pressão lhe ensinou e que portas abriu na sua carreira?

Klayvem Guimarães – Sempre fui muito engajado em hackathons e maratonas de programação. Encontrei nessas competições um estilo de vida. Gosto da intensidade que elas provocam e do teste que faço comigo mesmo para conhecer os meus limites. São 36 horas de pura concentração, adrenalina, um tema a cumprir, um objetivo a seguir, uma madrugada a enfrentar… pressão a todo momento, como eu gosto. Além disso, essas experiências me permitiram frequentar o ambiente de grandes empresas, como Google, OpenAI, JP Morgan, Oracle, BTG Pactual, Qualcomm e AWS. Conquistei posições e prêmios, ganhei destaque, mas o mais importante tem sido viver essas experiências.

Onde você iniciou sua carreira profissional? Como foi sua trajetória até chegar na Rivio?

Klayvem – Iniciei minha carreira oficialmente aos 17 anos, quando entrei em um estágio em Desenvolvimento de Jogos pela Spcine, empresa de cinema e audiovisual de São Paulo. Logo após me formar no Ensino Médio técnico, fui contratado para atuar como software engineer na DigAí, plataforma de inteligência artificial focada em recrutamento que automatiza entrevistas de emprego.

Foi nesse período que mergulhei de vez em IA. Com foco em GenAI, ajudei a construir projetos, obtive certificações, como a Agentic Engineer pela Deco, e competi em hackathons focados nisso, como o Gen AI Challenge Hackathon (AWS & Insper), onde conquistamos o 3º lugar.

Parece que as competições e o mergulho em IA foram pavimentando seu caminho profissional… 

Klayvem – Exato. A partir daí, o caminho foi se desenhando de forma natural, uma convergência cada vez mais clara entre IA e saúde. O que começou como uma inclinação virou prática e direcionamento de carreira. E posso dizer que a minha contratação pela Rivio foi o resultado culminante de toda essa trajetória até aqui.

O que você considera essencial para integrar o time Rivio?

Klayvem – O essencial é ter uma combinação bem específica de postura e prática. Agir como dono do problema e com velocidade, mas sem perder o rigor que o ambiente de saúde exige. Eu aprendi isso na marra, desde cedo, em contextos em que ninguém entrega o briefing perfeito. Em hackathons, por exemplo, você precisa pegar uma dor real, recortar o que é viável, alinhar rápido com o time e entregar algo que funcione de verdade.

Como e por que você decidiu trabalhar na Rivio?

Klayvem – A Rivio apareceu no timing perfeito da minha carreira. Eu já vinha construindo uma trajetória consistente na interseção entre inteligência artificial e saúde e, quando surgiu a oportunidade de levar essa combinação para o dia a dia, usando IA para acelerar e automatizar processos hospitalares, fez todo sentido. Foi um passo natural: propósito alinhado e a chance de integrar um time excelente, construindo tecnologia aplicada ao que importa.

Como foi crescer em Paraisópolis, na periferia de São Paulo, e se tornar uma referência para as pessoas ao seu entorno?

Klayvem – Nascer e crescer na periferia te coloca diante de uma realidade em que, muitas vezes, a expectativa sobre o futuro é limitada ao que está mais perto. Minha motivação foi olhar para o lado e não me satisfazer com isso, entendendo desde cedo que era possível construir um caminho diferente. Passei a estudar mais, buscar desafios e me expor a ambientes que exigiam intensidade, responsabilidade e maturidade. Nesse processo, mergulhei em hackathons e maratonas, acumulando vivências e oportunidades, melhorando minha comunicação, oratória, pitch e técnica. Com o tempo, entendi que virar referência não é um título a ser ostentado, mas sim uma responsabilidade. Tento inspirar pelo exemplo, mostrando que consistência, coragem e exposição ao novo abrem portas. O caminho para quem vem de baixo costuma ser mais difícil, mas, na mesma proporção, pode ser mais recompensador.

Quais são seus gostos fora do trabalho?

Klayvem – No tempo livre, gosto de manter o corpo em movimento. Jogo basquete, treino jiu-jitsu e faço musculação. Acompanho a Fórmula 1 quase como um ritual e tenho um interesse sério por inteligência artificial, política, economia, filosofia, astrofísica e astronomia. Um fato curioso é que raramente paro no primeiro conteúdo. Começo querendo entender uma notícia sobre o telescópio James Webb e, quando percebo, estou abrindo artigos, simuladores ou tentando explicar para mim mesmo por que o universo insiste em se expandir.


Conquistas geram participações na TV para levar outros jovens ao caminho da inovação

Maratonas, hackatons e concursos internacionais ajudam Klayvem a conhecer seus limites

Jiu-jitsu, paixão e foco. À direita, ao lado do campeão brasileiro Lucas Maquinee

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